Na maioria das vezes nós pensamos e executamos, nesta ordem, assim, respondendo à pergunta, a maior parte das ações que executamos, excluídas aquelas impostas por instintos que não controlamos, é precedida de reflexão e planejamento, mesmo nas tarefas mais simples. Desta forma, o sucesso de quaisquer ações, sejam individuais ou coletivas, é mais facilmente alcançada quando há reflexão e programação prévias. Os planos não garantem o êxito, mas sem eles fica difícil ou mais custoso atingir os objetivos, portanto, não elimina riscos, mas, mostra mais racionalmente em que riscos se vai incorrer.
Não se deveria considerar o planejamento como expressão daquilo que se acredita que venha a ocorrer, mas, ao contrário, deve-se considerar como objetivo realizável, uma bússola pela qual pode manter-se tão perto quanto possível do curso traçado, compele um estudo dos seus problemas e estimula o hábito da investigação cuidadosa antes que se tomem as decisões.
Uma vez completados os estudos e tomadas várias decisões, o planejamento servirá como uma declaração de princípios, baseada nos esforços conjuntos de todos os interessados.
Em resumos o planejamento pode:
- Projetar resultados das operações;
- Auxilia na visualização da situação financeira, permitindo traçar fontes de financiamento para as operações;
- Possibilita a análise da performance a ser alcançada, proporcionando a reorientação das operações ao longo da execução.
Os objetivos fixados no planejamento serão visualizados nos resultados alcançados pelas operações executadas, comparando-o com parâmetros previamente traçados.
Lembre-se sempre dos aspectos de controle e feedback (realimentação de informações), pois o planejamento deve ser sistematicamente atualizado, para que possíveis desencontros entre o que foi planejado e o caminho que se está seguindo possam ser realinhados. Esses procedimentos são necessários para que o planejamento seja um instrumento eficaz no processo de gestão econômica e financeira.
Conteúdo publicado originalmente em 28/12/2019